GIRO MACAÉ – Os servidores municipais de Macaé terão reajuste salarial de 6%, além da concessão de quatro letras de progressão na carreira. Com isso, o ganho total pode chegar a 10%, podendo alcançar até 14% em alguns casos. A definição foi feita após reunião entre a Prefeitura e o Sindserv, realizada nesta terça-feira (14).
O encontro aconteceu no gabinete do prefeito Welberth Rezende e contou com a presença do vice-prefeito Fabiano Paschoal, além de representantes de diversas secretarias municipais.
O Projeto de Lei com a proposta já foi encaminhado à Câmara de Vereadores e será analisado pelos parlamentares.
De acordo com o governo municipal, a combinação entre o reajuste e a progressão pode representar ganho real para os servidores, superando a reposição inflacionária em algumas categorias. Na área da educação, por exemplo, o impacto pode ser ainda maior.
O prefeito Welbert ressaltou que a meta do seu governo é quitar o deficit que os servidores tiveram ao longo dos anos.
“Nós podemos falar que essa nossa campanha salarial foi histórica. Nós estamos encaminhando agora a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei, que o sindicato trouxe para o reajuste dos trabalhadores. Nós conseguimos, junto ao nosso órgão de controle, avançar dentro do limite do município. Entendendo que nós temos sim compromisso com os servidores públicos municipais, sobretudo no passado, em outros governos que deixaram de conceder o reajuste. Estamos encaminhamento para poder pagar o valor da inflação, mas também um ganho real para os servidores. Estamos encaminhando a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei com 6% de aumento, mais quatro letras na progressão. Avançamos e praticamente levando em consideração que cada letra que é 1%, ou seja 10% de aumento para os servidores. Em alguns casos, como, por exemplo, na educação, cada letra é 2%. Teremos um aumento real de 14%”, explicou.
A presidente do sindicato, Miriam Seso, destacou o avanço nas negociações, mas pontuou que ainda há demandas a serem discutidas, especialmente para categorias como agentes comunitários de saúde, agentes de combate a endemias e profissionais da enfermagem.
Outro tema abordado foi a contribuição assistencial anual, que segue em análise pela Procuradoria Geral do Município.












